sexta-feira, 21 de maio de 2010

Se você tivesse apenas 15 minutos. O que faria?

Quando não estou trabalhando, estou estudando, quando não estou estudando, estou fazendo os trabalhos da faculdade, quando não estou fazendo os trabalhos, estou me divertindo porque já chegou o fim de semana. E quando tenho apenas 15 minutos de folga entre uma ação e outra, o que eu faço?

Recentemente o resultado de uma pesquisa apresentada por Marcelo Tripoli no Social Media Brasil chamou a atenção pelo curioso resultado:



Esse gráfico tem o propósito de responder a seguinte questão: O que você faria se tivesse apenas 15 minutos? E como esperado, o resultado mostrou que o cotidiano das pessoas já adaptou-se a uma nova realidade: "A era dos relacionamentos digitais", superando até outros meios de entretenimento já difundidos, como a TV, o livro e até aparelhos celulares e Ipods.

A maioria das pessoas entre 10 e 50 anos, faz parte ou já teve contato com algum tipo de mídia social. Sites como orkut, twitter, flickr, Linked-in e facebook registram um considerável aumento de integrantes a cada dia, contribuindo bastante para a expansão desse novo meio. Você sabia que no Brasil existe mais de 300 sites de relacionamento cadastrados? Pois é, eu também não!

Porém, apesar de assustador, a tendência natural é que esse número pare de aumentar em breve, e que sobrevivam somente as rede sociais de mais utilidade para os usuários. Resta só saber até onde essa onda vai chegar.

E você, já faz parte desse grupo de pessoas que utilizam seu "tempo livre" para atualizar seus perfis e fazer um twiit?

Deixe seu comentário! O que você acha dos sites de relacionamentos?

Fonte: Denis Bistaffa

quinta-feira, 20 de maio de 2010

6 dicas para sobreviver trabalhando como freelancer

Cada vez mais os profissionais autônomos têm sua participação no mercado reconhecida e valorizada. Os freelancers estão ganhando mais espaço e isso é uma crescente. Daqui a alguns anos o fato de não ter um emprego formal e realizar trabalhos nas mais diversas situações será a coisa mais comum do mundo.

Trabalhar como freelancer não é problema. Problema é ser um freelancer que não sabe trabalhar direito. Por conta disso, alguns freelancers somente atuam assim temporariamente enquanto não consegue se estabilizar em uma empresa. Na outra ponta, existem os “freelas” que se orgulham muito de serem seu próprio patrão, não terem rotina e poderem organizar-se da forma que acham mais adequada. Eles sabem realmente como lidar com o fato de não terem a segurança de um salário fixo no final do mês e de todo conforto que o guarda-chuva de uma empresa poderia lhe oferecer. No caso deles, empresa, patrão e funcionário são uma coisa só: ele mesmo.

Como conseguir trabalhar como freelancer?
Algumas práticas podem ser adotadas pelos profissionais que decidem levar esse estilo de trabalho e de vida a sério e por tempo indeterminado:

1. Seja realmente um profissional
Da mesma forma que existem freelancers de reputação confiável e que sabem trabalhar como profissionais verdadeiramente capazes, outros freelas não têm métodos de trabalho nem demonstram ter compromisso com os clientes. Isso é fatal para quem quer se estabilizar no mercado. Procure ter um comportamento profissional, comprometido e sempre com a vontade de atender o cliente da melhor forma, como se aquele trabalho fosse o último (e realmente poderá ser);

2. Cumpra prazos rigorozamente
É a reclamação que mais ouço dos clientes. Muitos, muitos mesmo, já me falaram que desconfiavam de meu trabalho porque já tinham tido péssimas experiências com freelancers que prometiam terminar os trabalhos em um determinado tempo e saiam empurrando com a barriga por motivos os mais variados. Estabeleça prazos e faça de tudo para cumpri-los. Se não conseguir, explique os motivos ao cliente e negocie com ele a melhor forma de contornar a situação e não ser taxado como um moleque amador;

3. Tenha senso de prioridade
Outro problema comum. Pelo fato de haver o tempo das vacas magras, onde não aparecem trabalhos lucrativos, quando o cenários está propício para clientes, os freelas saem abarcando todo tipo de trabalho, sobrecarregando-se e achando que isso não fará mal nenhum. Além de acabar com o profissional mental e fisicamente, essa atitude pode fazer com que ele entregue trabalhos muito pobres em qualidade, ou mesmo nem entregue, e isso queime sua imagem no mercado de uma forma que pode ser irreparável;

4. Economize dinheiro

E já que falamos em vacas magras e gordas, outro fator que compromete a vida profissional de um freelancer é quando ele não sabe lidar com o dinheiro recebido. Para evitar isso, o freela deve economizar uma parte dos ganhos e assim se prevenir para as épocas sem trabalho. Guardar 20% dos rendimentos numa poupança não dói e é perfeitamente aceitável. Em algum tempo, o profissional juntará um montante suficiente para sobreviver quando os clientes não estiverem muito afim de gastar;

5. Reinvista parte do dinheiro
Já que uma parte vai pra poupança, outra deve ser reservada para novos cursos, capacitações, reciclagens, aquisição de equipamentos profissionais avançados, visita a feiras, exposições, congressos e tudo mais que vá acrescentar ao currículo do freelancer;

6. Cuide da sua imagem pessoal
Imagina a cena: uma empresa chama um freelancer para compor uma equipe para um projeto. Na equipe, todos de roupa sóbria e formal, camisa de botão ensacada e sapato de couro brilhando. Chega o freela: camisa de banda de rock, calça rasgada, tênis sujo e mastigando algo que não se sabe se é um chiclete ou um pedaço de carne seca. Por favor, não faça isso. Observe o cliente e veja como se portar de acordo com sua cultura organizacional, mas, independente de ser uma empresa muito formal ou super descolada, cuide-se dando um jeito no cabelo, vestindo-se sem exageros, chegando no horário, falando um português aceitável e evitando manias como cutucar o nariz, coçar o ouvido com a chave do carro ou falar mais do que ouve.

Ser freelancer não é fácil. Portando-se sempre como um amador descompromissado, a missão torna-se quase impossível. Seguindo as dicas acima, dá até para viver como freela conseguindo bons trabalhos e ganhando o bastante para não desistir de ser independente. Sei que é bem difícil, mas tente!!! Bom, eu estou tentando!!!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Açaí mal lavado, mesmo congelado, pode transmitir doença de Chagas

Ciência. Estudo inédito liderado pela Unicamp comprova suspeita de que polpa preparada sem cuidados de higiene pode realmente causar o mal, que traz problemas cardíacos. Pasteurização elimina protozoário, mas processo ainda não é obrigatório no Brasil


O protozoário causador da doença de Chagas sobrevive na polpa do açaí mal higienizado, mesmo que o produto seja congelado a -20°C. Somente a correta pasteurização - tratamento térmico que envolve aquecimento e rápido resfriamento -, que ainda não é obrigatória no Brasil, consegue eliminar o microrganismo, concluiu uma pesquisa inédita liderada pela Universidade Estadual de Campinas.


Higienizar corretamente os frutos ainda é o método mais importante de prevenção, destacam os autores do trabalho, realizado via convênio com o Ministério da Saúde. Surtos de transmissão da doença aguda transmitida por meio de alimentos, acentuados a partir da metade da década passada no Norte do País, incentivaram a realização da pesquisa.

O açaí industrializado, consumido nas grandes cidades, passa em teoria pelos processos, dizem os cientistas, e deve ser registrado no Ministério da Agricultura. A pasta informou que, apesar de a legislação nacional ainda não exigir a pasteurização, visitas de fiscais às fábricas têm demonstrado que a maioria das empresas possui máquinas para realizá-la, em razão de exigência do mercado externo.

Por causa disso, informou ainda o ministério, o órgão "avalia a possibilidade de desenvolver estudos sobre metodologias de pasteurização" para a polpa de açaí. A pasteurização já defendida pelo Ministério da Saúde como método anti contaminação de alimentos in natura.

Em nota, a Saúde destacou que o congelamento não é medida preventiva e que o resultado do estudo é preliminar. Disse também aguardar resultados sobre testes com temperaturas mais baixas. Por fim destacou que todos os casos de doença de Chagas por transmissão oral já registrados tiveram origem no consumo do alimento preparado artesanalmente e que até o momento não houve associação com polpas de açaí industrializado. A reportagem não conseguiu localizar representantes dos produtores de açaí.

Comprovação. Segundo destaca Luiz Augusto Passos, do Centro Multidisciplinar para a Investigação Biológica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o estudo, publicado na revista Advances in Food and Nutrition Research, é o primeiro a comprovar efetivamente que a polpa do fruto pode transmitir a doença. "Não havia dado que mostrasse que essa via era factível", disse o cientista, que trabalhou ao lado de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade de São Paulo.

A doença de Chagas é uma doença infecciosa febril causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi. Pode ser adquirida por meio do contato direto com as fezes do inseto chamado barbeiro e causa problemas cardíacos e digestivos.

No caso da transmissão oral, em razão da higiene inadequada, fezes ou o próprio inseto são processados junto com a polpa e ingeridos pela população.

Só no ano passado, o Brasil registrou 226 casos da doença, a maioria deles no Pará e, calcula-se, 80% ligados ao consumo de alimentos, principalmente o açaí. "O que essa pesquisa traz é um reforço a uma ideia que a saúde vinha propagando, a de que não se pode achar que o congelamento resolve o problema", declarou Elenilde Góes, coordenadora do Programa de Doença de Chagas do Pará. "E de que é preciso cuidado na manipulação do fruto", continuou.

Segundo Elenilde, em 2007, no Pará, fabricantes assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), junto com o Ministério Público, em que se comprometiam a pasteurizar o produto. "Mas, como o Ministério da Agricultura não recomenda a pasteurização, não é realidade que todos estejam fazendo."

De acordo com Passos, da Unicamp, o estudo pretendia verificar se o protozoário sobreviveria na polpa e se ainda estaria presente em temperaturas diversas: na ambiente, na do freezer doméstico (de -4°C) e a -20°C, utilizada em processos industriais.

Uma cepa do protozoário foi usada para contaminar amostras de polpa. Depois, os cientistas utilizaram um método de filtragem para separar apenas a parte líquida da polpa, mais fácil para a detecção do protozoário. Ele estava vivo nas diferentes temperaturas. Em seguida, os autores contaminaram camundongos com os protozoários encontrados para ver se os bichos desenvolveriam doença de Chagas aguda. A resposta foi positiva.

Fonte: www.estadao.com.br

quinta-feira, 6 de maio de 2010

5 DICAS PARA MOTIVAR SEUS FUNCIONÁRIOS

Qualquer gestor sabe da importância de manter seus funcionários motivados . A motivação é essencial para um melhor desempenho no trabalho, aumenta a produtividade do grupo e mantém um ambiente agradável no escritório. E como fazer o funcionário se engajar mais? A revista Inc. compilou algumas dicas para mostrar que motivar um empregado vai muito além de aumentar o salário.

1. Dê o exemplo

Sua atitude é contagiante, lembra a revista. Um dos entrevistados, Kevin Plank, presidente de uma indústria têxtil, afirmou que a chave para motivar os funcionários em sua companhia é a comunicação. “Ouço as opiniões de todos e, invariavelmente, eles falam coisas que eu não pensei. Os empregados se engajam mais quando se sentem necessários, apreciados e valorizados”, disse.

2. Certifique-se que o funcionário compartilhe o sucesso da companhia

Desempenho, motivação e produtividade estão intimamente ligados a como o funcionário se sente na empresa . Essa é a importância de dar aos funcionários participação nos lucros. É como se isso reforçasse a mensagem: “estamos nisso juntos, e todos estão focados em tornar o negócio mais rentável”.

3. Crie uma cultura de autonomia

O autor Daniel H. Pink, em seu livro Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us (“Motivação: a verdade surpreendente sobre o que realmente nos motiva”, em tradução livre), afirmou que a quebra da bolsa de Wall Street é uma prova do perigo de motivar os funcionários estritamente através do dinheiro. Ele aconselha a dar mais autonomia aos funcionários sobre o que fazer e com quem. Fazer o que gosta possibilita ao empregado achar alegria no trabalho por si só, e leva a um desejo de superação – o funcionário vai querer fazer mais e melhor.

4. Encoraje reclamações

A fabricante de computadores Dell criou um clube online de anti-fãs: era ali que os computadores eram criticados. Além de receber as críticas, a empresa melhorava seus produtos com elas. E por que não fazer isso com os funcionários? As principais razões de os empregados não criticarem a gestão ou a cultura de um negócio são o medo de retaliação e a possibilidade de parecer ingrato. Mas cabe ao gestor criar um ambiente em que os funcionários se sintam livres para criticar e, portanto, participar ativamente da empresa.

5. Trabalho voluntário é motivador

No auge da recessão, a agência de publicidade Door Number 3 diminuiu seu ritmo de atividades. Por isso, os funcionários ocasionalmente ficavam ociosos. Então, a presidente da companhia, M. P. Mueller, decidiu se voltar para projetos sociais. Além de ajudar a construir um portfólio para a empresa, o trabalho mantinha os funcionários ativos e afiados. Muitas vezes, ao ajudar uma organização social necessitada, é quando os funcionários fazem seu trabalho mais inspirado. “Você tem muito mais liberdade quando seu cliente é um projeto social”, diz a presidente.

Fonte: www.papodeempreendedor.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Você é fiel ao seu cliente?

Será que conquistar o crédito do seu comprador é suficiente para manter uma relação duradoura?

No mercado de vendas, quando citamos fidelidade, de imediato associamos tal característica ao consumidor final, aquele que tem o poder de escolha entre seu produto e o do concorrente. Em geral, as empresas buscam criar um vínculo de confiança com o cliente, a ponto de saberem qual o público que se manterá mais constante à sua marca. Mas, será que conquistar o crédito do seu comprador é suficiente para manter uma relação duradoura?

Acredito que tão importante quanto ter a lealdade de seu freguês, é manter-se fiel a ele. Isso não significa que devemos permanecer imóveis enquanto o mercado a nossa volta cresce. Podemos sofrer mudanças para melhoria do atendimento, como, por exemplo, ampliar o espaço do estabelecimento ou inserir novos produtos para atender a demanda. Mas, é preciso estar atento para que, quando essas mudanças ocorrerem, não sejam deixadas de lado as qualidades que ganharam o carisma do cliente.

Algumas fusões e aquisições que aconteceram recentemente no mercado brasileiro refletem a intensa transação existente no mundo econômico. Quando anunciado, em dezembro de 2009, que a Casas Bahia passaria a ser controlada pelo Ponto Frio, muitos compradores temeram essa junção. Seríamos prejudicados com essa nova parceria? Algo mudaria, como facilidades no pagamento ou atendimento eficiente? O susto passou e, o que vemos hoje, é um empreendimento que cresce cada vez mais. A explicação para isso pode ser o fato das empresas manterem mais que a qualidade de seus serviços e produtos, elas preservaram o encantamento que existia na idealização de cada consumidor.

A pesquisa Top of Mind, que revela quais são as marcas mais lembradas pela população brasileira, do Instituto de Pesquisas DataFolha, mostrou que no ano passado a marca mais lembrada foi a Coca-Cola (13%), seguida pela Casas Bahia (12,2%) e Havaianas (7,1%). O que o estudo não mostra é como essas empresas fizeram para continuarem com grande índice de reconhecimento entre seus consumidores.

Podemos analisar que o refrigerante mais lembrado é também o mais tradicional em termos de sabor e qualidade. Presente há mais de 68 anos no Brasil, a empresa, além de inovar em suas propagandas para agradar aos brasileiros, garantiu que o sabor se mantivesse estável dentre esses anos, só elevando o seu padrão de produção e venda. Com esse exemplo, certificamos que crescer e sofrer mutações durante os anos sem perder de vista o respeito com o cliente, é mais que possível.

É importante lembrar que não devemos nos preocupar com o cliente somente na pré-compra e compra do produto. A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) realizou uma pesquisa em março deste ano para avaliar a percepção do consumidor sobre seus direitos e deveres. Quando perguntado sobre o que é considerado mais importante no ato da compra, 45% afirmaram que qualidade do produto e serviço prestado são as principais características que definem o fechamento de uma aquisição, enquanto 34% citaram o preço e 21% consideraram o bom atendimento mais relevante.

O estudo ainda abordou a seguinte questão: você já se sentiu vítima de publicidade enganosa? Uma assustadora maioria, de 61%, responderam que sim. Elas já acreditaram que fariam uma compra e teriam um suporte distinto caso necessitassem. Mas não foi exatamente isso que tiveram quando precisaram de uma assistência. Para evitar tais constrangimentos é preciso, antes de tudo, ouvir mais seu cliente do que falar. Outro ponto que vale a pena ressaltar é que devemos admitir quando não sabemos como resolver um problema ou a reposta dele, e até mesmo assumir que estamos errados. Pequenos atos podem mostrar que a sua preocupação vai além de manter uma renda. O que vale é conservar um cliente, uma pessoa que acredite em suas ideias e produtos.

Entre os inúmeros tipos de atenção que devemos dar ao nosso cliente, tratá-lo com respeito, independentemente de sua idade, sexo ou condição econômica é a base para assim, construirmos um relacionamento de dupla fidelidade, onde empresa e consumidor se identificam e, acima de tudo, se respeitam.

Por Gilberto Wiesel, www.administradores.com.br

Avatar dos Simpsons

Para os amantes dos "Os Simpsons", como eu, faça o seu avata!!!
Ficou muito bom!!!
E ainda virei uma cidadã de Springfield... AMEI!!!
E o pior de tudo... bebendo todas na Taverna do Moe!!! hahaha...
http://www.simpsonsmovie.com


terça-feira, 6 de abril de 2010

Caos em Niterói




Essas fotos foram tiradas, no dia 06/04/2010, às 6h e 40min.
Se a minha rua ficou assim que é um pouco mais alta que a rua, na Região Oceânica de Niterói, imagine as outras ruas "lá de baixo"!!! Jesus, apague a luz!!!