quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Capim...



No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'.. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou 'acreditarem' que o têm, se acham no direito de subestimar os outros... E haja capim!!!





P.S.: Para quem não sabe quem foi o "Barão de Itararé, eu falo um pouquinho dele...





Aparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, o Barão de Itararé, nasceu no Rio Grande do Sul, em 29 de janeiro de 1895. Chegou ao Rio em 1925, trabalhando em O Globo e, na A Manhã de Mário Rodrigues. Em 1926, fundou A Manha. Em 1930, se proclamou Barão de Itararé. Em outubro de 1934, lança o "Jornal do Povo", de caráter político-doutrinário que dura apenas dez dias. Por conta de matérias publicadas ali foi seqüestrado e espancado por oficiais da marinha. Preso, novamente, em 1935, fica na prisão durante todo o ano de 1936, onde convive com Hermes Lima, Eneida de Morais, Nise da Silveira e Graciliano Ramos. Depois de solto, reabre A Manha, que só consegue funcionar por um ano, sob censura. Durante seis anos, a partir de janeiro de 1938, publica no Diário de Notícias a coluna "A manhã tem mais...". Durante o Estado Novo (1937-1945), é preso diversas vezes. Em 1945, ressurge A Manha, e Aporelly é eleito vereador pelo PCB mas, em 1947, o registro do partido é cassado e ele perde o mandato. Em 1948, em virtude de problemas financeiros, A Manha deixa de circular. Em 1949, associa-se a Guevara e lança, em São Paulo, o primeiro Almanhaque. Em 1950, reaparece A Manha, editada em São Paulo, onde o humorista viveria até setembro de 1952, quando o jornal deixa de circular, definitivamente. Em 1955 lança dois "Almanhaques", no 1º. e 2º. semestres. Em 1963, viaja à China, passando por Praga e Moscou. Os últimos anos (1964/1970), passou-os só e afastado da imprensa, realizando pesquisas esotéricas. Em 27 de novembro de 1971, morre, no Rio de Janeiro, Apparício Torelly, o Barão de Itararé.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Gripe Suína


O vírus em questão é o H1N1, ou “vírus suína”, uma variante do “influenza A” e ainda que possa como a mutação teórica da “gripe das aves” ser combatida com o Tamiflu a taxa de morte atual (1 para 100) é muito elevada e o vírus muito mutante, o que causa ainda mais preocupação com uma forma mais letal que ele possa assumir numa nova mutação.

Este vírus é especialmente preocupante porque deriva diretamente de uma variante muito comum do vírus da gripe humana e porque foi capaz de infectar uma tão grande percentagem de alvos humanos jovens e saudáveis, como o grupo neozelandês. O vírus merece também muita preocupação porque se sabe que embora seja originário dos suínos, pode propagar-se aos seres humanos e sabe-se que pode depois expandir-se, mutando-se sempre, é esta maneabilidade que o torna difícil de combater e impossível de tratar por via de uma vacina.

Como evitar essa doença?
1) Evite contato com pessoas que estiveram viajando em cidades do Mexico ou de outros países com foco de contaminação nos últimos 10 dias. Se a pessoa não apresenta os sintomas da gripe não existe problema.
2) Evite contato com pessoas que estejam espirrando, tocindo, com febre, com escorrimento no nariz.
3) Evite ambientes fechados onde não existe ventilação ou que exista arcondicionado como é o caso de supermercados, lojas em shopping, metrô, restaurantes fechados, salas de aula, cinemas, etc. Uma pessoa com gripe que esteja espirrando em uma ambiente fechado pode contaminar centenas de outras pessoas em pouco tempo de contato com o ar.
4) Prefeira lugares abertos e ventilados como praças, praias, rua. Quando for em bares, restaurantes ou lanchonetes prefira os locais que fiquem fora do ambiente fechado do restaurante.
5) Prefira viajar de carro do que de ônibus ou avião pois são ambientes fechados com ar condicionado.
6) Use as escadas no lugar dos elevadores.
7) Se for necessário frequentar salas de aula fique perto das janelas ou perto das portas. Prefira os locais da sala com maior ventilação externa.
Evite comprimentar pessoas gripadas. A mão da pessoa gripada está contaminada. Seu rosto também está contaminado e pode transmitir a gripe.
9) Evite beijar na boca ou ter qualquer relação fisica com pessoas gripadas.

Por isso é importante ficar informado para não se contaminar com a doença.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

As meninas super-poderosas


Há muito tempo nos conhecemos. Foi na época da escola! Éramos 3 adolescentes, minha irmã Cláudia, nossa amiga Vicky e eu...
Viajávamos muito nas nossas férias. Íamos para Vitória-ES, na casa dos nossos parentes, ou então para Toledo-PR visitar o nosso “avô”, o irmão Albano. Ele lassalista, como nós na época, tinha a maior paciência conosco! Levava-nos para visitar vários lugares. Ôh paciência! Foi uma das minhas melhores férias...
Mas hoje em dia cada uma tem a sua vidinha...
Bom vivemos assim:
- A Cláudia está em Macaé, casada com uma menina linda. Que por sinal é parecida com a tia (rs).
- A nossa queria Vicky nos abandonou...

Mentira!!! Quem lê pensa!!!

Ela só foi para a terra “tão tão distante”, em Londres. Hoje casada com o Gerald ele é americano e morremos de saudade porque só de vez em quando que nos vemos mas sempre nos falamos pelo MSN.

- E eu.... ah... eu sou super-feliz! Tenho meu marido, o homem que sempre pedi a Deus. Filhos MARAVILHOSOS. Enfim... a minha família!
Meninas... amo vcs!!!!

P.S.: Ah... essa foto foi tirada no casamento da Vicky, em janeiro... Detalhe... meu maridão passando atrás... Bê amo vc!!!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

5 de novembro - Dia do Designer


Parabéns para nós!!!! Sou muito feliz por ser designer!!!!



quarta-feira, 29 de outubro de 2008

História da Ilha Fiscal


A Ilha Fiscal, então Ilha dos Ratos, foi criada pelos aterros das obras da primeira Alfândega e era ocupada com fornos para a queima de cal Dorsetshire, recebido da Inglaterra.
Para explicar o nome "Ratos", existem duas versões: a primeira proviria dos roedores ali existentes em grande número, provavelmente oriundos da Ilha das Cobras, de onde fugiram escapando dos ofídios que lá haviam. A outra lembraria as muitas pedras existentes nas suas cercanias, pedras de coloração acinzentada, semelhantes a ratos nadando.
Disputada na época pelos ministérios da Marinha e da Fazenda, o primeiro querendo instalar um posto de socorro marítimo e o segundo um posto aduaneiro, a rapidez do engenheiro Adolpho José Del Vecchio, diretor de obras do ministério da Fazenda, fez pender o lado da balança para este. Rapidamente elaborou projeto de edifício sólido e funcional dedicado à fiscalização alfandegária. Em 06 de novembro de 1881, foi lançada a pedra fundamental da edificação. Pouco depois, a ilha foi visitada pelo Imperador D. Pedro II. Conta-se que, encantado com a magnífica vista da baía, tê-la-ia considerado "delicado estojo, digno de uma brilhante jóia". Del Vecchio, então, admirador do estilo gótico, projetou um castelo como os do século XIV em Auvergne, França. O projeto recebeu Medalha de Ouro ao ser apreciado na exposição da Escola Imperial de Belas Artes.


Em 27 de abril de 1889, o edifício foi inaugurado com a presença do Imperador, utilizando-se no transporte a famosa Galeota Imperial (em exposição no ECM).


Da construção, sobressaem o excepcional trabalho em cantaria, executado por Antônio Teixeira Ruiz e auxiliado por excelentes profissionais do ofício, os mosaicos do piso do torreão, obra de Moreira de Carvalho, onde foram utilizadas mais de uma dezena de espécies de madeira, as belas agulhas fundidas por Manuel Joaquim Moreira e Cia., a pintura decorativa das paredes de autoria de Frederico Steckel, o relógio da torre de Krussman e Cia., os aparelhos elétricos de Seon Rode, e a magnífica coleção de vitrais, importados da Inglaterra, dois deles no torreão, com os retratos de D.Pedro II e da Princesa Isabel, ladeados pelos brasões genealógicos do Imperador e da Princesa.

O último Baile do Império foi, na verdade, uma homenagem à Nação chilena, representada pelo Comandante e oficiais do Couraçado Almirante Cochrane, que visitava o país. A maior festa até então realizada no Brasil ocorreu pouco após a inauguração da ilha e seis dias antes da Proclamação da República. Com essa recepção, o Império reforçava os laços de amizade que nos unia ao País andino, bem como tentava reerguer o prestígio da Monarquia, bastante abalado pela intensa propaganda republicana.


Em 06 de setembro de 1893, irrompia no Rio de Janeiro a chamada Revolta da Armada. Nela, parte substancial da esquadra brasileira, comandada pelo Almirante Custódio de Mello, rebelou-se contra o governo do Marechal Floriano Peixoto.


Naquela época, a Ilha Fiscal ficou em meio ao tremendo duelo de artilharia travado entre as fortalezas leais ao governo e os navios e fortalezas (Ilha das Cobras e Villegaingnon) dos revoltosos.


Múltiplos foram os danos sofridos na edificação. Suas paredes foram atingidas por projéteis, agulhas de ferro derrubadas, telhados, fiação e móveis avariados, além de sérios danos nos vitrais.
Obviamente, as despesas de restauração seriam vultosas, razão talvez para o engenheiro do Ministério da Fazenda, Miguel R. Galvão, sugerir a entrega da ilha ao Ministério da Marinha, "em troca de algum edifício que melhor se prestasse ao serviço da Alfândega". A troca só se efetuaria quase 20 anos depois, não por um edifício, mas pelo Vapor Andrada, proposta pelo Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha, ao seu colega da Fazenda Dr. Rivaldo Correia (1913).



Sobre o Último Baile do Império...


A maior festa de arromba no Brasil ocorreu em 9 de novembro de 1889, seis dias antes da proclamação da República. Num baile organizado em homenagem a um encouraçado chileno de passagem pelo Brasil, 3.000 convidados dançaram até o amanhecer num palácio erguido na Ilha Fiscal, localizada na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. No dia seguinte, conta a lenda, mucamas recolheram dezenas de corpetes e demais roupas íntimas femininas, numa demonstração de que diversas virgindades haviam tombado entre uma valsa e outra. Com o advento da República, o cenário do último baile do Império acabou transformado em guarnição militar. O palácio da Ilha Fiscal, cuja aparência lembra a de um castelo de conto da carochinha, está desde 1913 sob a direção da Marinha, que chegou a retalhar o salão onde as moças perderam os espartilhos para ali construir escritórios. Agora, um pouco da antiga pompa foi recuperado. Depois de uma cuidadosa restauração, o palácio foi transformado em museu e reaberto ao público na semana passada.Breguice — Se tivesse composto seu Samba do Avião a partir do Santos Dumont, e não do Galeão, Tom Jobim bem poderia ter citado o castelinho da Ilha Fiscal. É uma das imagens do Rio divisadas por quem chega de São Paulo a bordo de uma aeronave. Visto de cima, parece um monumento à breguice, com sua coloração verde-abacate. Examinado de perto, verifica-se que é mesmo um horror. Trata-se de uma imitação barata e estilizada de um edifício gótico, com arcos ogivais e vitrais ornados de rosáceas que simulam os da famosa Catedral de Notre- Dame, em Paris. O fato de ser uma porcaria do ponto de vista arquitetônico não lhe tira, porém, a importância histórica. Ao todo, os trabalhos de restauração duraram treze meses e consumiram 1,5 milhão de dólares do orçamento da Marinha. Num dos ambientes, um mosaico com doze tipos de madeira nobre brasileira foi inteiramente recuperado, bem como um afresco de gosto duvidoso que reproduz o céu do Rio. As estrelinhas, por exemplo, são douradas.


terça-feira, 21 de outubro de 2008

Para "nós" que comemos caranguejo... Mas esse eu não como!!!


Você é daqueles que adora comer um caranguejo na praia. Fica maravilhado quando encontra uma caranguejada com caranguejos de patas enormes. Você provavelmente vai ficar animado ao ver as fotos do maior caranguejo do mundo que popularmente é conhecido como caranguejo do coco mas que se chama mesmo Birgus latro.

Você já pode imaginar porque ele se chama caranguejo do coco. Ele é tão grande que sobre os coqueiros das praias para pegar cocos inteiros. Com um só golpe da sua garra poderosa ele quebra o coco no meio para se alimentar. A força é tão grande que poderia quebrar qualquer coisa.

Ele é o maior artrópode terrestre conhecido. Ele também é conhecido pelo preferência que tem por objetos brilhantes. Nas regiões onde se prolifera é comum a reclamação de moradores que tem seus objetos furtados dentro de casa por este tipo de caranguejo. Ele possui uma atração especial por objetos que brilham no sol como panelas, objetos de metal, etc.

Normalmente ele chega a ter 40cm e 4kg. Existem registros de caranguejos de 1 metro e 17 kg que já foram encontrados. Ele pode viver até 30 anos. Possui uma força enorme que permite levantar objetos de até 29kg, ou seja, poderia levantar uma criança com facilidade.
Você toparia comer esse caranguejo gigante?

Assassino invisível

Tenho ouvido as mais disparatadas opiniões a respeito do seqüestro em Santo André, inclusive de pessoas que, em razão de sua autoridade, tinham a obrigação de não ser tão superficiais. Há quem diga, por exemplo, que ele resultou de uma "arraigada cultura machista". Mentira! Ele resultou, isso sim, de uma paixão, doença da alma que, na ausência de antídotos fortes que só podem ser produzidos mediante uma excelente formação moral que dê estrutura ao indivíduo, acaba extravasando de seus bordos e causando tragédias como essa. Paixão, como essas autoridades deveriam saber, deriva do termo grego pathos, que significa exatamente "doença". Dele vêm os demais termos ligados ao mesmo tema, como "patologia" e "patológico". E, como doença da alma, pode acometer homens ou mulheres. Aliás, não são tão raros assim os casos de mulheres que matam seus maridos por ciúmes, exatamente como fez o rapaz de Santo André. Pretender utilizar esse caso para estimular mais desavenças, colocando mulheres contra homens, é, no mínimo, uma irresponsabilidade.

Outra opinião completamente distorcida é a de que o crime decorre da "permissão exagerada" do uso de armas. Mais uma mentira da grossa! Ou será que alguém imagina que o seqüestrador- assassino comprou a sua arma em um estabelecimento comercial autorizado, mediante a apresentação do porte de armas e, ainda por cima, a registrou regularmente? Ele mesmo afirmou que "comprar uma arma é facílimo". E é mesmo. Basta contatar um bandido qualquer, pagar-lhe o preço solicitado e pronto. Esse papo de desarmamento (que fatalmente voltaria à baila após o "sucesso" da Lei Seca) é conversa mole para boi dormir. O Brasil somente poderá aceitar uma política de desarmamento no dia em que o governo conseguir impedir por completo a entrada de armas contrabandeadas no país. E não só isso. Deverá, primeiro, retirar as armas de todos os bandidos. Onde já se viu deixar a população desarmada em meio a milhares (ou milhões, talvez) de bandidos que as utilizam para matar cada um de nós? Desproteger os justos enquanto não se toma medida alguma contra os injustos é o cúmulo da injustiça.

Não sejamos hipócritas! Na verdade, o grande responsável pela morte da adolescente Eloá foi o "politicamente correto", esse assassino invisível de valores, que tantas conseqüências desastrosas já acarretou. Se a sociedade entendesse que o correto é punir o agressor e defender a vida da vítima, ela certamente não estaria morta agora. Seu seqüestrador sim, poderia estar em seu lugar. É exatamente para preservar a vida da vítima em mãos de bandidos como ele que a polícia possui atiradores de escola. Mas ai da polícia se resolvesse se valer de algum desses atiradores para, à custa da vida de seu seqüestrador, salvar a menina-refém! Toda a turma dos Direitos Humanos e dos defensores do Estatuto da Criança e do Adolescente estaria, agora, vociferando contra a instituição.

Essa gente parece não compreender que a partir do momento em que alguém decide, deliberadamente, infringir todas as regras da boa convivência, deve arcar com os custos dessa decisão. Punir os maus e defender as suas vítimas não é favor algum, mas uma obrigação. Até os antigos gregos já sabiam disso. Ensina Platão que quando Hermes indagou a Zeus se deveria distribuir a arte da justiça e do respeito a todos os homens, indistintamente, este respondeu: "A todos. Que todos os compartilhem, porque as cidades não poderiam surgir se apenas poucos homens os detivessem, assim como acontece com as outras artes. Aliás, em meu nome, estabeleça como lei que aquele que não sabe compartilhar o respeito e a justiça seja morto como um mal da Cidade".

Mas como há séculos a humanidade vem se afastando cada vez mais dos valores que plasmaram a nossa civilização, a própria vida se encarrega da cobrar-lhe por esse desatino, e de maneira impiedosa. Casos como esse só podem mesmo resultar em tragédias, com imensa dor não apenas para a família das vítimas, como para todos os homens e mulheres de bem que ainda se pautam pelos poucos valores que ainda nos restam. Mas esses casos não constituem mais novidade alguma. Cada vez se tornam mais freqüentes e também mais violentos. E assim continuará sendo até que a sociedade, cansada de iniqüidades e dos discursos retóricos que lhes dão ensejo, resolva pôr um basta a esse estado de coisas, retomando os valores que permitiram sua agregação. E um deles é, justamente, o de fortalecer (em todos os sentidos) aqueles que, como a polícia, existem para protegê-la.

Marli Nogueira - Juíza do Trabalho em Brasília.